Investigação aponta que funcionária de lotérica retirou comprovante vencedor guardado no cofre após o sorteio. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve na Justiça Estadual a investigação sobre o suposto furto de um bilhete premiado da Mega-Sena, avaliado em R$ 29 milhões, ocorrido em uma casa lotérica de Sinop (MT). A decisão rejeita o pedido da defesa de um casal denunciado pelo Ministério Público e confirma que o caso continuará sendo analisado pela Justiça de Mato Grosso. O centro da investigação é a suspeita de que uma funcionária da lotérica tenha se apropriado de um comprovante vencedor que permaneceu guardado no cofre do estabelecimento após um erro de impressão. Segundo o Ministério Público, ela retirou o bilhete depois da divulgação do resultado da Mega-Sena e, no dia seguinte, seu marido se apresentou como ganhador do prêmio. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.