O Brasil se descobriu, diz Maria Fernanda Cândido sobre momento na cultura
Ela é coroada no Festival de Gramado após. Ela dispensa pausas. Enquanto grava o próximo filme de Luiz Fernando Carvalho, "Objetos Perdidos", deve subir novamente aos palcos brasileiros em outubro, para encenar a última peça do renomado dramaturgo norueguês Henrik Ibsen. "Quando Despertamos Entre os Mortos". Apesar do reconhecimento no cinema, Cândido não consegue ficar longe dos palcos. "O teatro me alimenta. Você recebe mais do que dá do público. O cinema tem outra radicalidade, trata-se de segundos que vão ficar registrados para a eternidade. Já o teatro é efêmero. Se repete todas as noites e nunca será igual", diz ela, em entrevista, em um hotel de ares campestres. Com a habitual elegância altiva e um vestido preto de saia rodada, a atriz se preparava para prensar o Kikito de Cristal dentro de algumas horas. "É uma sina. Se você faz muito bem a peça hoje, pensa ‘meu deus, vou precisar repetir amanhã. E amanhã, o que eu vou fazer?’. E quando você faz a peça mal, por outro lado, sabe que vai ter o amanhã", reflete. Quando questionada se, de certa forma, atuar ajuda a lidar com as próprias angústias e emoções, ela não hesita. "É um salto no precipício.". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo