Nunes Marques prioriza pauta indígena no TSE e defende alterações no transporte no dia
Ministro teme que condução oferecida por prefeitos leve à prática de boca de urna e quer passar atribuição a tribunais regionais. Kassio tem abordado o tema com frequência em reuniões com integrantes da Justiça Eleitoral. Ainda como vice-presidente do TSE, o ministro foi o responsável pela elaboração das resoluções que garantiram, por exemplo, a criação de uma cota de financiamento para candidatos que integram povos originários. O magistrado assumiu a chefia da Justiça eleitoral em 12 de maio. Pessoas ligadas ao magistrado dizem que ele está especialmente preocupado em garantir que indígenas possam votar tendo acesso a informação íntegra sobre o processo e transporte livre de influência política. O presidente tem dito a interlocutores que pretende rever a participação dos prefeitos na gestão do transporte, passando a responsabilidade para os tribunais eleitorais de cada estado. Sua avaliação é que, como as prefeituras conduzem o transporte desses eleitores no dia da votação, os chefes dos Executivos locais muitas vezes aproveitam para pedir votos aos seus candidatos. A prática de boca de urna é proibida. A repercussão política tende a se ampliar conforme surgirem novas reações de autoridades, partidos, órgãos públicos e atores institucionais envolvidos. Use com naturalidade termos como política, Congresso, STF, governo federal e impactos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo