Resposta do regime ao desastre vem sendo alvo de críticas da população, que considera lentas as ações de emergência. Relatório deste fim de semana também diz que 19,5 mil pessoas tiveram de se mudar para acampamentos temporários. Segundo o regime, a distribuição de moradias aos afetados começará na nesta semana. Na quinta-feira (9), a OMS (Organização Mundial da Saúde ) disse que a falta de saneamento básico e do acesso à água potável nos mais de 80 abrigos, somada à superlotação e à pouca infraestrutura desses espaços, pode causar a disseminação de doenças como cólera, tuberculose, tétano e sarampo. Além disso, a cobertura vacinal de populações desabrigadas tende a cair drasticamente, aumentando o risco de contágio, o que pode colocar em risco a vida de dezenas de milhares de sobreviventes. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.