Mudança no perfil da inadimplência reforça a importância das garantias locatícias e de análises mais completas de risco. É colunista do Portas e vice-presidente Comercial na Loft. Tem mais de 15 anos de experiência em estratégia comercial e transformação digital É colunista do Portas e vice-presidente Comercial na Loft. Tem mais de 15 anos de experiência em estratégia comercial e transformação digital Análise & Opinião. 11/07/2026 15:00 Leitura: 4 Minutos Compartilhar Compartilhar Crédito: Panuwat Dangsungnoen/iStock A reportagem “ As faixas de renda que mais estão atrasando o aluguel “, publicada nesta semana pelo Metro Quadrado, revela uma mudança silenciosa, mas bastante relevante, no mercado de locação. Durante muitos anos, a renda elevada foi praticamente sinônimo de baixo risco de inadimplência. Os dados mais recentes, porém, mostram que essa relação está se tornando cada vez mais complexa — e isso exige uma revisão na forma como imobiliárias e proprietários avaliam seus futuros inquilinos. O ambiente econômico ajuda a explicar essa mudança. Depois de um longo período de juros elevados, empresários, profissionais liberais e trabalhadores cuja renda depende diretamente da atividade econômica passaram a sentir de forma mais intensa o impacto do crédito caro, da desaceleração dos negócios e da maior volatilidade da renda. Em consequência, a inadimplência em determinadas faixas de maior renda cresceu e passou a desafiar uma percepção historicamente consolidada no mercado. No mercado imobiliário, notícias desse tipo podem alterar percepção de risco, velocidade de decisão e apetite por investimento em ativos reais. Use com naturalidade termos como mercado imobiliário, valorização, imóveis, investimento imobiliário, litoral norte de SC e Balneário Camboriú quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.