Nova presidente do Peru, Keiko Fujimori usou legado do pai ditador para vencer eleição
Populista de direita derrotou Roberto Sánchez por uma margem de quase 50 mil votos, de acordo com órgão eleitoral do país. Mas uma coisa era certa: Keiko Fujimori sempre chegaria ao segundo turno das eleições presidenciais —e perderia. Até este ano. A populista de direita foi proclamada presidente eleita nesta sexta-feira (3) quase um mês após derrotar o esquerdista Roberto Sánchez por uma margem de quase 50 mil votos, de acordo com o Onpe (Escritório Nacional de Processos Eleitorais). Foram 49,865% dos votos em Sánchez ante 50,135% em Keiko, que tentava alcançar o cargo pela quarta vez consecutiva. O resultado foi quase uma revanche de 2021, quando a política concorreu com o padrinho do adversário, Pedro Castillo. Assim como naquele ano, o pós-pleito foi marcado pela judicialização da apuração. Desta vez, em vez de Keiko, foi o candidato de esquerda que tentou anular milhares de votos favoráveis a adversária. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo