No centro da crise do Rio, Alerj tem sede asséptica recheada de escândalos
Quatro dos cincos presidentes mais recentes da Assembleia fluminense foram presos. Adversário político do grupo atualmente no comando do Legislativo fluminense, o presidente Lula declarou que, "se a Assembleia tivesse que indicar [o governador do RJ], viria um miliciano". No centro dos últimos escândalos políticos que levaram o STF a manter até agora o desembargador Ricardo Couto como governador interino –em vez do presidente do Legislativo estadual, Douglas Ruas (PL), como determina a Constituição–, a Alerj é uma espécie de CBF da política: assim como na Confederação Brasileira de Futebol, quase todos os seus dirigentes mais recentes foram afastados e/ou presos após denúncias de malfeitos diversos. Antes de Ruas, dos cinco presidentes eleitos pelos deputados estaduais para presidir a Casa neste século –Sérgio Cabral (PSDB/PMDB), Jorge Picciani (PMDB), Paulo Melo (PMDB), André Ceciliano (PT) e Rodrigo Bacellar (União Brasil)--, apenas Ceciliano não foi preso. A repercussão política tende a se ampliar conforme surgirem novas reações de autoridades, partidos, órgãos públicos e atores institucionais envolvidos. Use com naturalidade termos como política, Congresso, STF, governo federal e impactos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo