Letitia James, procuradora-geral de Nova York, anunciou que a Nissan Motor Acceptance Company (NMAC) vai precisar reembolsar clientes norte-americanos que foram. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. Divulgação/Nissan Letitia James, procuradora-geral de Nova York, anunciou que a Nissan Motor Acceptance Company (NMAC) vai precisar reembolsar clientes norte-americanos que foram cobrados indevidamente após o fim dos seus contratos de leasing. Assim, a empresa deve devolver mais de US$ 4,5 milhões (cerca de R$ 23,2 milhões) a mais de 3.100 motoristas que ficaram no prejuízo após pagar taxas ocultas e serviços superfaturados. Os documentos analisados revelaram cobranças com valores exorbitantes — por exemplo, em um dos incidentes investigados, um cliente desembolsou US$ 2.563 (quase R$ 13.200) por uma fita isolante avaliada pela própria loja em apenas 8 centavos de dólar. Outro comprador pagou caro por uma suposta inspeção técnica de seminovos que, na prática, não foi mais que um banho de mangueira no carro. Os investigadores concluíram que o que aconteceu é que várias concessionárias ignoraram o preço de recompra estipulado no acordo original e, depois, aumentaram o valor das faturas com cobranças abusivas. As manobras incluíram desde a inclusão de taxas não autorizadas até o faturamento de manutenções que deveriam ser gratuitas. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.