Navios “fantasmas” do Catar driblam Ormuz sob ameaça iraniana
Exportadores de GNL adotam travessias às escuras e elevam risco em rota vital para energia global. Imagem de satélite mostra o Al Rayyan (em destaque em vermelho) atracado em Ras Laffan, no Catar, em 13 de maio, antes da travessia. Fonte: Copernicus Sentinel 2 Publicidade. Um dia antes de cruzar o Estreito de Ormuz, um marinheiro indonésio a bordo do Al Rayyan postou nas redes uma foto de um arco-íris cortando a proa do navio. “Quando o navio dos sonhos vira realidade”, escreveu, agradecendo a Deus pela bênção. Logo depois, o transportador de gás natural liquefeito desligou o transponder e começou a sair do Golfo Pérsico. O Al Rayyan, carregado com GNL do Catar, seguia de perto outro navio de gás vindo do emirado, o Fuwairit, que se preparava para cruzar o estreito dentro de um acordo entre Paquistão e Irã. Para os marinheiros do segundo navio, sem a mesma proteção oficial, ele servia de guia por um corredor considerado dos mais perigosos, contaram depois. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney