NASA revela um "beija-flor" escondido na Antártica
Radar espacial da missão NISAR identifica como uma montanha altera o fluxo de gelo e expõe fissuras profundas no continente congelado. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Clube OD Conteúdos Exclusivos Cursos Jogos Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Clube OD Conteúdos Exclusivos Cursos Jogos Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Ciência e Espaço NASA revela um “beija-flor” escondido na Antártica Radar espacial da missão NISAR identifica como uma montanha altera o fluxo de gelo e expõe fissuras profundas no continente congelado Wagner Edwards 23/07/2026 06:30 Prefira o OD no Google Conheça PIA26617, o "beija-flor" descoberto pela NASA na Antártica - (Reprodução: Credits: NASA/JPL-Caltech) Compartilhe: Prefira o OD no Google Cientistas da NASA e da Organização Indiana de Pesquisa Espacial (ISRO) utilizaram dados do satélite NISAR para criar uma imagem de uma formação no leste da Antártida que ganhou o apelido de “beija-flor”. O registro foi produzido a partir de observações feitas pelo radar de banda L da missão, em agosto de 2025. A imagem destaca o Nunatak Zaterjavshijsja, um topo montanhoso que emerge no meio de um fluxo de gelo em direção ao oceano. A presença da elevação altera o comportamento do gelo ao redor, provocando tensões que resultam em grandes rachaduras conhecidas como crevasses. O material foi divulgado pela NASA na última terça-feira (21) e apresenta diferenças na forma como os sinais de micro-ondas do radar retornam após interagir com a superfície congelada. A técnica permite identificar características do terreno e das estruturas presentes no gelo antártico. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Olhar Digital