Promotor reafirmou a necessidade da criação de uma nova autoridade nacional que foque no combate ao crime organizado. Para o promotor Lincoln Gakiya, “o crime é mais ágil e mais rápido” que o Estado, sobretudo pela falta de integração entre as diferentes instâncias do combate à criminalidade, como polícias e Ministérios Públicos dos Estados, que não conversam entre si. “Não falta polícia no Brasil. O que a gente tem é falta de integração e falta de cooperação”, disse o membro do MP-SP nesta quinta-feira, 23, durante o Brasil Adiante. “Quando a gente pretende a criação de uma agência, seria um órgão autônomo e independente”, sugeriu Lincoln Gakiya sobre uma nova autoridade nacional contra o crime organizado. Para o promotor, todas as polícias estaduais deveriam ser convidadas a integrar essa nova central, já que as facções estão presentes em todo o território nacional. Conforme o último Atlas da Violência 2025, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), a violência, antes mais concentrada nas capitais, se espalhou pelo interior do País, por conta da atuação das facções em busca de novas rotas e mercados. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.