Diretora de recrutamento executivo, Mariana Horno, detalha as habilidades que definem quem chega ao topo e o preço de ocupar a cadeira. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Carreira Guia de Carreira FUTURO DO TRABALHO VAGAS DE EMPREGO CARREIRA INTERNACIONAL CONCURSOS MUNDO RH Home Carreira Não adianta ser muito bom tecnicamente': o que a Robert Half avalia em quem quer ser C-level Diretora de recrutamento executivo, Mariana Horno, detalha as habilidades que definem quem chega ao topo e o preço de ocupar a cadeira Mariana, diretora de recrutamento executivo da Robert Half. A profundidade técnica abre a porta da gestão, mas não sustenta ninguém no topo. Depois de 16 anos recrutando executivos na Robert Half, uma das maiores consultorias de recrutamento do mundo, Mariana Horno resume o que separa quem estaciona na média gerência de quem chega à diretoria: a capacidade de trocar a excelência na própria função por uma leitura completa do negócio. "É muito importante a pessoa sair do tático, do técnico profundo, para uma visão mais estratégica de negócio", diz Mariana, diretora de recrutamento executivo da Robert Half, que hoje conduz processos que vão da gerência sênior a posições de conselho. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.