Presidente dos EUA não comparece aos jogos, mas age para reverter decisão sobre cartão vermelho contra sua seleção. Oito anos depois, já de volta à Casa Branca, transformou o Mundial em palco de sua política externa: aproximou-se da Fifa, interferiu em episódios que marcaram a competição e viu a reta final do torneio ser marcada pelo retorno dos bombardeios americanos ao Irã. Na época da escolha da sede, Trump estava no meio do primeiro mandato. Usava o Twitter (atual X), ainda não havia criado a Truth Social e já fazia das letras maiúsculas uma marca de seus pronunciamentos. A política externa era guiada pelo lema America First ("América em Primeiro Lugar"), mas o republicano ainda não havia assumido o protagonismo internacional que marcaria seu segundo mandato. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.