Mulheres detalham abusos que teriam sido cometidos por chefe do Tribunal Penal
OUTRO LADO: Defesa de Karim Khan nega as declarações e diz que provas coletadas são diferentes da entrevista. Em entrevista à jornalista Christiane Amanpour, da CNN, uma advogada identificada apenas pelo primeiro nome, Sarah, disse ter sofrido diferentes tipos de abuso. "Era como se os limites estivessem sendo invadidos gradualmente –não apenas fisicamente, mas também emocionalmente.". Ela, que trabalhava para Khan, afirmou que, durante uma viagem oficial à Colômbia, o procurador-chefe entrou no seu quarto do hotel. Disse que, enquanto fingia estar dormindo, Khan teria colocado as mãos por dentro de sua calça legging, apalpado seu corpo e encostado a língua em seu ouvido. Khan nega as acusações. Outra suposta vítima, reconhecida pelo pseudônimo Patrícia, também falou com Amanpour, mas com o rosto encoberto pela edição. Ela disse que, quando era estagiária em 2009, foi obrigada a trabalhar na casa de Khan e afirmou ter sido alvo de constante assédio sexual. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo