Mudança de status de PCC e CV leva empresas a vasculhar conexões para evitar punição
Setor financeiro, companhias de combustíveis, botijão de gás, logística, construção, ouro e bets são considerados mais vulneráveis. Depois desse diagnóstico, as companhias vão avaliar se e quais deles podem ser excluídos de suas redes de negócios, para evitar sanções futuras. Desde o anúncio da nova designação, no dia 28 de maio, a rotina ficou mais agitada nos escritórios de advocacia e consultorias. O trabalho mais que dobrou nas áreas que tratam de compliance (termo que define o conjunto de práticas adotadas por uma empresa para garantir atuação de acordo com as leis), de acordo com relatos feitos à reportagem. A nova designação das facções como terroristas entrou em vigor nesta sexta-feira (5). O advogado Eloy Rizzo, sócio da área de investigações corporativas do escritório Demarest, focado em compliance e ESG, diz que a busca por informações é grande. "As empresas já entenderam que é preciso aprimorar a identificação de clientes e fornecedores e começar a cortar quem for necessário, para se precaverem, mas tudo indica que, na prática, uma ação vai depender do objetivo político do governo americano", afirma. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo