Prefeito afirma que facções cobram até R$ 300 de vendedores irregulares no calçadão e vê postura ideológica em ato da Procuradoria. A ação civil pública também cobra que União e município elaborem, de forma conjunta e participativa, um planejamento para a gestão desses espaços. O prefeito Eduardo Cavaliere (PSD) reagiu neste sábado (18) nas redes sociais e fez críticas ao procurador regional dos Direitos do Cidadão adjunto Julio Araujo, responsável pela ação. Cavaliere afirmou que o procurador tem uma postura "meramente ideológica", que estaria "defendendo o indefensável" e que o MPF se omitiu diante de denúncias sobre a atuação do crime organizado. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.