Relatório do banco mostra que a fatia do preço das ações dos EUA atribuída a expectativas futuras está em um dos maiores níveis da história. Mercados Tecnologia Empresas ESG Entrar Morgan Stanley Morgan Stanley: Boa parte do rali atual em Wall Street não é lucro — é fé Relatório do banco mostra que a fatia do preço das ações dos EUA atribuída a expectativas futuras está em um dos maiores níveis da história. Em meio às sucessivas máximas históricas de Wall Street, um relatório do braço de gestão de ativos da Morgan Stanley levanta um sinal de atenção. Parte relevante do preço das ações americanas hoje não reflete o lucro que as empresas já entregam, mas sim a expectativa de que elas vão entregar ainda mais no futuro. Normal para um investimento de longo prazo que se baseia em perspectivas de retornos futuros. Mas essa fatia de "fé" está em um dos níveis mais altos da história. O estudo, assinado pelos analistas Michael J. Mauboussin e Dan Callahan, usa o conceito de PVGO, sigla em inglês para "valor presente das oportunidades de crescimento". A métrica, criada pelo economista financeiro Stewart Myers, separa o preço de uma ação em duas partes: o valor de "estado estável", que assume que o lucro atual simplesmente se mantém ao longo do tempo, e o PVGO propriamente dito, a parcela do preço que só se justifica se a empresa conseguir crescer e criar valor além do que já entrega hoje. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.