O ministro do Planejamento explicou que a retirada gradual do benefício preserva a previsibilidade do abastecimento e garante a meta fiscal do ano. Bico de abastecimento de diesel é visto durante o reabastecimento de um carro em um posto de combustível, após a invasão da Ucrânia pela Rússia, em Bad Honnef, perto de Bonn, Alemanha, 13 de março de 2022. REUTERS/Wolfgang Rattay/FOTO DE ARQUIVO Publicidade. BRASÍLIA, 2 Jul (Reuters) – A extinção do subsídio implementado pelo governo para ⁠o diesel será mais lenta que a da gasolina pela avaliação de que mesmo após o recuo da cotação internacional ⁠do petróleo, o processo precisa ser feito com cautela para evitar um choque de preços no país ou desabastecimento, afirmou o ministro do Planejamento e Orçamento, ‌Bruno Moretti. Em entrevista à Reuters nesta quinta-feira, Moretti argumentou que a estratégia de gradualismo na retirada do benefício manterá a premissa de neutralidade fiscal, prevendo que esses desembolsos pagos às empresas serão compensados por receitas extraordinárias que o governo ainda tem a receber, enquanto avalia eventual manutenção do imposto de exportação sobre petróleo, mas com alíquota mais baixa. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.