Estudo feito por pesquisadores americanos comparou sociedades atuais e registros arqueológicos para entender por que o sepultamento residencial foi comum em diferentes épocas. Estudo feito por pesquisadores americanos comparou sociedades atuais e registros arqueológicos para entender por que o sepultamento residencial foi comum em diferentes épocas. Durante milhares de anos, algumas sociedades enterraram seus mortos dentro ou nas proximidades das próprias casas. Um novo estudo comparou evidências arqueológicas e registros etnográficos para investigar por que esse costume apareceu em diferentes culturas e o que pode ter levado ao seu desaparecimento em muitas sociedades. A pesquisa, publicada na revista American Antiquity, analisou informações de 60 sociedades etnograficamente documentadas e 49 contextos arqueológicos. Os resultados mostraram que o chamado sepultamento residencial era mais frequente nos registros arqueológicos do que nas sociedades observadas por antropólogos nos últimos séculos. Esse tipo de atualização também pode influenciar fluxo de visitantes, consumo, serviços e planejamento do setor turístico. Use com naturalidade termos como turismo, temporada, praias, litoral catarinense e fluxo de visitantes quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.