Prevalece entre as gestoras locais a leitura de favoritismo do atual presidente; a Mar Asset destoa e projeta derrota no segundo turno. O mercado brasileiro chega à reta final da corrida presidencial com uma leitura razoavelmente estabelecida sobre o favoritismo do atual presidente e nenhuma disposição de agir sobre ela. Entre as principais gestoras locais, prevalece a avaliação de que outubro caminha para a recondução do presidente Lula para um quarto mandato, e prevalece também a decisão de atravessar o período com risco mínimo em ativos brasileiros. A postura defensiva se soma ao movimento recente dos estrangeiros, que começaram nos últimos dias a desmontar posições em real e renda fixa local. Mas a postura dos agentes locais antecede esse movimento em meses: o rali que levou o Ibovespa às máximas do primeiro semestre foi principalmente comprado de fora, e o investidor doméstico assistiu de longe. Julho deixou o descolamento explícito. O índice subiu 3,47%, carregado pelo setor financeiro e pelas produtoras de commodities na esteira da alta do petróleo, enquanto o índice de small caps, mais colado à atividade interna, recuou. Para a Tenax Capital, o mês foi marcado pela divergência entre fluxo e preço, com um investidor doméstico que “segue bastante cético e avesso a risco”. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.