Pesquisa da UFBA mostra que ataques a mulheres circulam principalmente por conteúdo pretensamente humorístico. Em vez de pornografia, o discurso de ódio contra mulheres circula por memes, montagens e piadas, mostra levantamento que analisou 47.018 imagens. Nas imagens, mulheres são chamadas de "muié", "fêmea", "vadia", "vagabunda" e "prostituta". Também aparecem termos característicos da machosfera, como "msol", usado para mães solteiras, "honradinha", "beta", "ginocentrismo" e "ginofascismo". O conteúdo ridiculariza mulheres, ataca o feminismo, questiona leis como a Maria da Penha, defende que elas não ocupem espaços de poder e, em alguns casos, chega a incentivar a violência física. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.