Senador Rogério Marinho chamou a decisão de "autoritária", "desproporcional" e uma "clara interferência no jogo político.". Rogério Marinho (PL), líder da oposição no Senado. Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado Publicidade. O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), criticou nesta segunda-feira, 13, a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que proibiu Flávio de visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está em prisão domiciliar. Marinho chamou a decisão de “autoritária”, “desproporcional” e uma “clara interferência no jogo político.”. “Parte do Supremo Tribunal Federal abandona a necessária posição de árbitro institucional e passa a atuar, aos olhos de milhões de brasileiros, como adversário político de Jair Bolsonaro, de Flávio Bolsonaro e de todo o campo de oposição”, declarou o coordenador, em nota. “Punir um filho e impedir o contato familiar porque ele tornou pública uma mensagem do pai representa uma grave tentativa de silenciamento.”. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.