Força foi procurada, mas não se manifestou sobre decisão; cabe recurso. O filho pediu que o pai fosse reconhecido como militar reformado, com o pagamento dos respectivos salários. No processo, ele solicitava que a União reconhecesse "direitos funcionais post mortem de seu genitor". Adalberto Cândido também pediu indenização de R$ 4 milhões por causa de uma carta da Marinha. Ele alegou que o pai foi vítima de danos morais em 2024, quando a carta, enviada à Câmara dos Deputados, classificou a Revolta da Chibata como "deplorável página" e adjetivou os revoltosos como "abjetos". Cândido morreu em 1969. A União alegou que texto da Marinha está dentro da lei. Na defesa, o Governo Federal afirmou que a revolta envolveu "graves excessos", o que ampararia a crítica feita. A opinião não foi compartilhada pelo Ministério Público Federal, que defendeu o pagamento da indenização, entre outras medidas. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.