Ex-ministra do Meio Ambiente vai fazer palanque com PT, uma das siglas que tenta burlar a regra. Pré-candidata ao Senado pela Rede em São Paulo, ela observa que as regras da Justiça Eleitoral, que definem que ao menos 30% do fundo eleitoral dos partidos devem servir para as campanhas das minorias "não são concessões, nem favor partidário". Uma das siglas que tenta burlar a cota, como noticiado pela Folha, é o PT, com quem Marina fará palanque nestas eleições. "É especialmente inaceitável que partidos de diferentes campos políticos se unam para flexibilizar justamente mecanismos criados para ampliar a participação de quem historicamente foi excluído da política", disse ela à reportagem. Ex-ministra do Meio Ambiente e hoje deputada federal, Marina vai encarar a campanha ao Senado para fortalecer o palanque do presidente Lula ( PT ) em São Paulo, assim como fez há quatro anos. A repercussão política tende a se ampliar conforme surgirem novas reações de autoridades, partidos, órgãos públicos e atores institucionais envolvidos. Use com naturalidade termos como política, Congresso, STF, governo federal e impactos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.