Bicampeã mundial, paulista que tem o lado esquerdo do corpo afetado pela esclerose múltipla leva a melhor em Salt Lake City pela terceira vez desde 2022. Marina já tinha sido a melhor entre as oito atletas que participaram da fase classificatória, na sexta-feira (15). As quatro primeiras avançaram à disputa por medalhas neste sábado (16). Entre as finalistas, somente ela e a norte-americana Nat Vorel chegaram ao topo da parede, mas a brasileira concluiu em menor tempo e garantiu o primeiro lugar. A alemã Lena Schoellig, que alcançou 39 das agarras do muro, completou o pódio. A escaladora de Taubaté (SP), bicampeã mundial, que tem o lado esquerdo do corpo afetado pela esclerose múltipla, é o principal nome brasileiro na prescalada. A modalidade que será disputada em uma Paralimpíada pela primeira vez em Los Angeles (Estados Unidos), daqui dois anos. A classe dela, porém, não foi incluída no programa dos Jogos. Outro brasileiro a chegar ao pódio em Salt Lake City foi Eduardo Schaus, que ficou com o bronze na classe AU2 (atletas amputados ou com função reduzida de membro superior). O paranaense, que nasceu sem a mão direita, alcançou 35 das agarras. A vitória foi do norte-americano Brian Zarzuela, que chegou à 43ª agarra da parede, duas a mais que o alemão Kevin Bartke. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.