Campeão do mundo com a Argentina em 1986 morreu de um edema pulmonar e uma parada cardiorrespiratória em novembro de 2020. "Ele tinha líquido no pericárdio, na pleura, no abdômen", disse o intensivista Mario Schiter. "(Com um diurético) em aproximadamente 48 horas ele deveria estar francamente melhor", disse o especialista que atendeu Maradona no início dos anos 2000 e depois participou como observador na autópsia em 2020. O médico disse que via "pacientes assim diariamente na terapia intensiva, que chegam com insuficiência congestiva". "Nós os descarregamos de volume com diuréticos e depois de 12 horas já estão em casa", afirmou. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.