Uma pesquisa realizada na UFSC identificou substâncias comuns em fórmulas de protetor solar nas águas ao redor de Florianópolis. Pesquisadores analisaram 11 moléculas comuns no protetor solar e identificaram riscos ambientais à água e à biologia marinha. Uma pesquisa da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) identificou substâncias comuns em fórmulas de protetor solar na água do mar, em Florianópolis. O estudo mostra o potencial do produto em poluir não só as águas, mas a biologia marinha. Além da coleta da água do mar em oito pontos, foram examinados tecidos de peixes e ostras. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.