Mais forte que Fukushima? Entenda a escala de terremotos japonesa “Shindo”
Escala usada no Japão e em Taiwan mede a intensidade do tremor, enquanto a usada internacionalmente é a Richter, que mede a magnitude; terremoto de hoje atingiu o "Shindo" 7, o. Uma placa danificada e caída do lado de fora de um restaurante após um terremoto com intensidade 7,1 atingir a província de Kumamoto, no sul do Japão - 28/07/2026 (Foto: Kyodo News/via REUTERS) Publicidade. O terremoto que atingiu a província de Kumamoto, no sul do Japão, nesta terça-feira, foi classificado preliminarmente no ponto mais alto da escala de medição da Agência Meteorológica do Japão (JMA, na sigla em inglês). Com o nível 7,1, ele teria sido ainda mais potente do que o tremor de março de 2011, em Fukushima, que gerou um tsunami e que causou quase 20 mil mortes. Mas a escala usada (“Shindo”) no Japão é diferente da utilizada pelos especialistas do restante do mundo. O padrão internacional é o uso da escala de Richter, que mede a magnitude do tremor, ou seja, a quantidade de energia liberada no epicentro do terremoto. Essa escala pode chegar até 9,5 (isso aconteceu no Chile, em 1960). O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney