Maior impacto da guerra para América Latina e Caribe foi na inflação, diz Cepal
Choque da alta acelerada do barril do petróleo e de outros produtos básicos gerou pressões inflacionárias na região, capturadas pelas recentes divulgações dos índices de preços ao. Navios e barcos no Estreito de Ormuz, Musandam, Omã - 01/05/2026 (Foto: REUTERS/Stringer) Publicidade. Ainda que os países da América Latina e Caribe tenham uma exposição comercial e logística direta limitada em relação ao conflito no Golfo Pérsico, a região já foi afetada pela guerra pelo canal de transmissão da inflação. A esse efeito no curto prazo, porém, podem se seguir outros relacionados às políticas monetária e fiscal — no médio prazo — e comerciais e financeiras, numa perspectiva de mais longo prazo. O alerta está em estudo publicado pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). Segundo o organismo ligado à ONU, a América Latina e o Caribe, considerados em conjunto, encontram-se em uma posição relativamente mais favorável em comparação com regiões como a Ásia ou a Europa. Isso ocorre, em primeiro lugar, porque algumas das maiores economias da região são exportadoras líquidas de hidrocarbonetos. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney