Mães sociais transformam acolhimento temporário em lar
Cuidadoras profissionais acompanham crianças afastadas da família por violência, abandono e feminicídio. Em São Paulo, 57 mulheres exercem atualmente a função de mães sociais em casas-lares. Algumas, com o passar dos anos, acabaram se tornando mães também fora dos muros do acolhimento. O acolhimento acontece em casas comuns. Com quartos divididos, mesa de jantar, quintal, brinquedos espalhados e roupa secando no varal. Há horários, tarefas domésticas, mochila esquecida no sofá e discussão entre irmãos. No Brasil, as Aldeias Infantis SOS, entidade internacional, fecharam 2025 com 49 casas-lares e 408 crianças e adolescentes acolhidos. Ao todo, 142 mulheres atuam diretamente nos serviços: 46 mães sociais e 96 mães substitutas (que cobrem a folga das mães sociais), responsáveis por dividir a rotina das casas e garantir o cuidado diário das crianças e adolescentes acolhidos. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de SP