Lula está indo para o "all in" no fiscal, avalia Ivo Chermont, da Quantitas
Sócio da gestora aponta que jorro de dinheiro público acelera o PIB no curto prazo, mas cobra preço na inflação e trava a queda da Selic. Os gastos fiscais do governo estão no radar do mercado, que vê uma perspectiva de continuidade desta expansão, caso o presidente atual seja reeleito em outubro deste ano. Na gramática financeira, isso significa que a inflação deverá seguir alta, com juros em patamares elevados, o que representa crédito mais caro para empresas e famílias. A avaliação é de Ivo Chermont, sócio e economista-chefe da gestora Quantitas Asset. O atual mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é marcado por uma aposta forte na expansão dos gastos públicos e na ausência de disposição para ajustar as contas, avalia Chermont. Para ele, o governo adotou uma postura de ir para o “all in” do lado fiscal, já que está expandindo gastos sem parecer se preocupar com as consequências macroeconômicas, que são os juros altos e a inflação fora da meta. Leia também: Contas negativas em 2027? “Abismo fiscal” é exagero, diz Itaú, mas é preciso reformas. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney