Ataque israelense destruiu templo de 1958 em Teerã; em Hamadã, túmulo atribuído a Ester permanece fechado. Um ataque do Exército de Israel destruiu a histórica sinagoga Rafi-Nia, um dos cerca de 30 templos judaicos de Teerã. Segundo as forças atacantes, o alvo era um alto comandante iraniano situado nas proximidades. O santuário, que Abdolrahman Rafi-Nia ergueu em 1958, durante o reinado da dinastia Pahlavi, recebia uma comunidade vinda de Khorasan que, com seus próprios ritos e tradições litúrgicas, pertence à mesma linhagem de outras três sinagogas: Azizkhan, Levian e Nosrat. Israel classificou a destruição do santuário como dano colateral — uma argumentação recorrente. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.