Enquanto elevou o peso colombiano e reiterou a preferência por peso mexicano e peso chileno, o banco optou por seguir neutro em relação ao real brasileiro, de olho nas eleições. Notas de dólares e moedas de real (Imagem gerada com auxílio IA/Leonardo Albertino) Publicidade. A equipe de estratégia dos mercados emergentes do JPMorgan tem uma visão favorável para moedas latino-americanas no segundo semestre. Contudo, o banco fez uma distinção importante dentro da região: enquanto elevou o peso colombiano e reiterou a preferência por peso mexicano e peso chileno, o banco optou por seguir neutro em relação ao real brasileiro, citando o avanço do risco eleitoral doméstico e o posicionamento já carregado dos investidores na moeda. Em relatório, a equipe de estratégia afirmou que o pano de fundo global ainda permite desempenho positivo de moedas de carry (carregamento) na região, mesmo sem uma depreciação mais ampla do dólar. Na avaliação do banco, a combinação de crescimento global resiliente, apetite por risco ainda saudável e aperto gradual do Federal Reserve continua sustentando as moedas de maior juro real, embora a seleção entre países tenha se tornado cada vez mais dependente de fatores idiossincráticos. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.