A pirataria dos games começou a explodir ainda nos anos 1990. Seja em consoles, como o primeiro PlayStation, ou mesmo em jogos de PC. Muitos culpam essa. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. (Imagem: Divulgação/iD Software) A pirataria dos games começou a explodir ainda nos anos 1990. Seja em consoles, como o primeiro PlayStation, ou mesmo em jogos de PC. Muitos culpam essa prática pelo fim de estúdios da época, como Sandy Petersen, desenvolvedor veterano que trabalhou em Doom. Porém John Romero o rebate dizendo que essa não era bem a história, já que o modelo de negócios daquela época, chamado de Shareware, era diferente. Petersen, no X, diz: "que se f*#$ os piratas". Ele então segue dizendo que entre 70 e 90% dos jogadores de Doom usaram uma cópia pirateada. E isso foi o suficiente para privá-los de condições melhores de trabalho e também o motivo pelo qual muitos estúdios e empresas de consoles da época, como Atari, Amiga, 3D Realms, entre vários outros. WhatsApp Continua após a publicidade John Romero, refutando todo o argumento do ex-colega de trabalho, explica que, "em relação à pirataria, o DOOM é um exemplo complexo, pois o modelo utilizado era o shareware". Ele lembra que o primeiro episódio do jogo era gratuito, e ele foi feito para ser compartilhado pela internet (que ainda nem existia no Brasil ainda). "Esse enorme público que não pagou pelo jogo não era sinônimo de pirataria. Fazia parte da forma como o DOOM chegou ao mundo", adiciona. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.