Líder do governo no Senado havia usado o tempo em plenário para se defender de suspeitas envolvendo a delação premiada de Daniel Vorcaro, recusada pela PF. Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado) Publicidade. Dois dias antes de ser alvo de busca e apreensão na Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), usou o plenário da Casa para rebater suspeitas envolvendo seu nome nas investigações sobre fraudes no Banco Master. Ele chamou de “leviana” reportagem da revista Veja sobre a segunda proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro, dono da instituição, e afirmou que não foi procurado sobre as acusações. Segundo a publicação, um capítulo do acordo de delação falava sobre negócios do Master com integrantes do governo da Bahia, com relato do banqueiro sobre um sistema de empréstimo consignado vinculado à folha de pagamento dos servidores estaduais. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.