Forças Armadas abrirão apurações sobre os casos de Hind Rajab, de 5 anos, e de 15 profissionais humanitários mortos em Gaza; entidades de direitos humanos cobram responsabilização. As ⁠Forças Armadas de Israel anunciaram nesta quarta-feira que abrirão investigações internas ⁠sobre os assassinatos de grande repercussão cometidos por suas tropas em Gaza: o da ‌menina palestina Hind Rajab, de 5 anos, em janeiro de 2024, e o de 15 profissionais de emergência e assistência humanitária em março de 2025, embora grupos de direitos humanos afirmem que tais ‌investigações raramente resultam em condenações. As Forças Armadas afirmaram que as decisões sobre as investigações foram tomadas após análises realizadas pelo seu Mecanismo de Apuração de Fatos e Avaliação. Foram divulgadas decisões relativas a cinco incidentes envolvendo a morte de palestinos. Entre elas, estava uma análise dos assassinatos de sete trabalhadores humanitários da organização beneficente World Central Kitchen, em abril de 2024. Sobre esse incidente, as Forças Armadas disseram que “não ⁠havia ‌suspeita razoável de conduta criminosa que justificasse a abertura de uma investigação criminal”. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.