Israel ignora cessar-fogo, bombardeia Líbano e diz ter aval dos Estados Unidos
Ministro da Defesa de Tel Aviv afirma que país vai manter operação militar no país vizinho. A milícia apoiada pelo Irã não participou das negociações e não se comprometeu com a interrupção dos combates, limitando-se a exigir que o governo libanês abandone as conversas com Israel, mediadas pelos Estados Unidos. O líder do Hezbollah, Naim Qassem, disse que o acordo anunciado na quarta é "uma capitulação e uma derrota". O grupo manteve ataques contra o território israelense nas últimas semanas, ignorando um cessar-fogo anterior acordado entre Tel Aviv e Beirute. Em nota, o governo Donald Trump disse que Israel e o Líbano concordaram "em avançar rapidamente na criação de zonas-piloto nas quais as Forças Armadas Libanesas assumirão o controle exclusivo do território" ao sul do rio Litani, área de forte atuação do Hezbollah. O comunicado afirmava ainda que a trégua está condicionada ao fim definitivo de ataques da milícia. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo