PF cita tratativas por venda de R$ 627 milhões em canabidiol, além de testes de dengue e projeto com laboratório de Goiás. As negociações envolveriam a venda de R$ 627 milhões em medicamentos à base de cannabis, a entrega de testes de diagnóstico para dengue e outras arboviroses, além de parcerias produtivas por meio da Iquego (Indústria Química do Estado de Goiás S.A.). Nenhuma das tratativas avançou. A PF, porém, afirma que Lulinha atuava em "comunhão de interesses econômicos" com Roberta. Diz ainda que o filho do presidente seria o beneficiário indireto das ações da lobista. Os investigadores ainda afirmam que Roberta pagou R$ 217 mil em faturas de cartão de crédito, entre outras despesas, para Marco Aurélio Ribeiro, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula (PT), em 2024. No mesmo período, ela planejava a venda de canabidiol e dos testes de diagnóstico. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.