Investidores exigem retorno maior de títulos após recuperações extrajudiciais
Papéis de algumas empresas oferecerem descontos de até 29% no mercado secundário. Segundo levantamento da gestora AMW, os spreads de dêbentures emitidas por empresas com classificação de crédito AAA, de baixo risco de calote, acumulam alta de 7,5% em 2026. Para companhias AA e A, com maiores riscos relativos segundo as agências de classificação, as altas chegam a 17,4% e 59%, respectivamente. O movimento reflete o aumento da aversão ao risco por parte dos investidores, que passaram a exigir prêmios maiores para aplicar nesses ativos —avaliação compartilhada por gestores ouvidos pela Folha. Há consenso de que o ambiente de juros elevados favorece títulos públicos atrelados à inflação e à Selic. Títulos públicos, com risco soberano, estão em patamares historicamente elevados, com a Selic a 14,5% e IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, métrica oficial da inflação) a 4,39% no acumulado do ano. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo