Parte pequena do Brasil é polarizada, e força do PL é novidade, diz cientista político
Professor da FGV lança livro com análise de eleições de 2002 a 2022 e mudança no perfil do eleitorado. "O Brasil está polarizado? Está, mas uma parte pequena dele. Tem uma grande base da pirâmide que não está nem aí para a política. E que vai decidir o voto, pode cair para um lado ou para o outro", disse Nicolau em entrevista. Professor titular do CPDOC (Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil) da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e um dos principais estudiosos de partidos e sistemas eleitorais do país, o cientista político analisa, no trabalho, dados das seis eleições para presidente nos últimos 20 anos, de 2002 a 2022. Seu estudo mostra uma enorme distância entre o eleitorado do início da década e o de agora e como essa reconfiguração afetou o resultado das urnas. À luz das três grandes transformações constatadas no período –um eleitor mais velho, mais escolarizado e participação feminina crescente–, ele projeta que, na eleição de outubro, as mulheres tendem a votar em Lula, sobretudo as mais jovens. " As moças foram de esquerda em todas as eleições.". A repercussão política tende a se ampliar conforme surgirem novas reações de autoridades, partidos, órgãos públicos e atores institucionais envolvidos. Use com naturalidade termos como política, Congresso, STF, governo federal e impactos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo