Dirigente bajula presidente americano com prêmio da paz e tenta mudar imagem da entidade nos EUA. No ano passado, durante o outono no Hemisfério Norte, Gianni Infantino, presidente da Fifa, teve uma ideia. O Prêmio Nobel da Paz acabara de ser concedido à venezuelana María Corina Machado. O presidente Donald Trump, que havia feito campanha abertamente para receber o prêmio, ficou irritado. Infantino, que tentava conquistar Trump como aliado, viu na ocasião uma oportunidade. Por que a Fifa, órgão regulador do futebol internacional, não poderia instituir um prêmio da paz exclusivo? O primeiro homenageado, é claro, foi Trump. O Prêmio da Paz da Fifa ganhou as manchetes porque elevou a um novo patamar os esforços de Infantino para bajular Trump. Organizada às pressas, a honraria irritou muitos dirigentes do futebol, que afirmaram que ele envergonhara a Fifa e fizera com que a organização fosse vista como partidária. Trump, por sua vez, chamou a condecoração de "verdadeiramente uma das maiores honras da minha vida". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.