A Ultrapar (UGPA3) voltou ao radar dos investidores ao aparecer entre os ativos mais “esticados” do Ibovespa, segundo a leitura do IFR. A Ultrapar ( UGPA3 ) voltou ao radar dos investidores ao aparecer entre os ativos mais “esticados” do Ibovespa, segundo a leitura do Índice de Força Relativa (IFR). Na aferição mais recente, o indicador alcançou 72,07 pontos, permanecendo em região de sobrecompra — patamar que costuma indicar que, após uma sequência expressiva de valorização, o papel pode passar por movimentos de realização de lucros ou correções técnicas no curto prazo. Em 2026, as ações da companhia acumulam alta de 56,51%, enquanto, no acumulado de 12 meses, os ganhos chegam a 114,42%. Na ponta oposta, a Engie ( EGIE3 ) aparece entre os papéis mais “descontados” do índice, com IFR em 30,03 pontos, permanecendo próxima da região de sobrevenda. Embora esse cenário possa representar uma oportunidade potencial para investidores mais atentos, ainda é importante manter cautela diante do comportamento recente das cotações e da ausência de catalisadores mais robustos que sustentem uma recuperação consistente. Em 2026, o ativo acumula desvalorização de 4,99%, enquanto, no período de 12 meses, registra leve valorização de 0,56%. O Índice de Força Relativa (IFR), ferramenta amplamente utilizada na análise técnica, mede a intensidade dos movimentos de preço em uma escala que varia de 0 a 100. Leituras acima de 70 costumam sinalizar sobrecompra, enquanto níveis abaixo de 30 indicam sobrevenda. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.