Serviços como atendimento bancário e Previdência usam a tecnologia com viés maior contra mais velhos. Os dados dão contexto aos relatos em redes sociais envolvendo idosos com acesso impedido a aplicativos de banco ou ao Gov.BR, além de acessos indevidos a contas de pessoas dessa faixa etária. Isso porque, além dos casos de não validação, existe o erro falso positivo, no qual o sistema reconhece outra pessoa —essa taxa de erro é a maior. A adoção de tecnologia é compulsória em casos como a prova de vida da Previdência pelo aplicativo Meu INSS. A aposentada pernambucana Eunice Rocha de Oliveira Guimarães, 77, por exemplo, está há um mês sem conseguir acessar o sistema e tem dificuldades de mobilidade para ir a uma agência devido ao mal de Parkinson. "A doença causa mudanças no rosto por causa dos efeitos na musculatura", diz Alécia Guimarães, a filha de Eunice. Alécia busca informações há cerca de 30 dias sobre como confirmar que a mãe está viva, mas não consegue atendimento na central 135, o canal telefônico da Previdência. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.