Especialistas alertam para problemas envolvendo banco de horas, confraternizações, consumo de álcool e condutas inadequadas durante os jogos. A Copa do Mundo costuma transformar a rotina dos brasileiros dentro e fora do ambiente de trabalho. Empresas flexibilizam horários, liberam funcionários para assistir aos jogos e promovem confraternizações para acompanhar a seleção. Mas, se essas iniciativas ajudam a melhorar o clima organizacional, também podem abrir espaço para riscos trabalhistas capazes de gerar passivos e disputas judiciais. Especialistas ouvidos pelo InfoMoney afirmam que o maior torneio do futebol mundial exige planejamento das empresas, principalmente em temas ligados à jornada de trabalho, banco de horas, tratamento igualitário entre funcionários e comportamento durante eventos corporativos. “O período da Copa é uma oportunidade de fortalecer o engajamento e o espírito de equipe. O problema é quando a empolgação faz com que questões trabalhistas importantes sejam tratadas de maneira informal”, afirma o advogado Taunai Moreira, sócio do Bruno Boris Advogados. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.