Homens predominam entre autores e vítimas de mortes violentas; mulheres respondem por 5%
Anuário mostra que homens são responsáveis por 91,1% das mortes violentas de vítimas masculinas e por 96,4% dos feminicídios com autoria identificada. Dos 40.775 registros de mortes violentas intencionais em 2025, cerca de 37 mil tiveram homens como vítimas, o equivalente a 90,8% do total. Entre os casos em que a autoria foi identificada, homens responderam por 91,1% das mortes violentas de vítimas do sexo masculino. Mulheres aparecem como autoras exclusivas em 4,8% dos registros, enquanto a autoria múltipla representa outros 4% dos casos. A predominância masculina se repete quando a vítima é mulher. Nos feminicídios, assassinatos motivados por razões de gênero, 96,4% dos autores identificados eram homens. Mulheres responderam por 2,1% dos registros e outros 1,5% tiveram participação de mais de um agressor. O Fórum chama atenção para o fato de que os dois conjuntos de dados (mortes violentas e feminicídios) não descrevem fenômenos idênticos: feminicídio é uma morte diretamente relacionada ao gênero e as mortes violentas gerais de vítimas homens reúnem distintas dinâmicas criminais. "Mas convergem em um ponto decisivo: matar, no Brasil, é majoritariamente uma prática exercida por homens.". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo