Líder do Hezbollah classificou o pacto de desarmamento como inaceitável, enquanto protestos tomaram Beirute e novos ataques aéreos foram relatados no sul libanês. Fumaça sobe após ataques israelenses na sequência de uma escalada entre o Hezbollah e Israel, em meio ao conflito entre os EUA e Israel com o Irã, nos subúrbios do sul de Beirute, Líbano, 17 de março de 2026. REUTERS/Raghed Waked Publicidade. O líder do Hezbollah criticou o acordo que Israel e Líbano assinaram para encerrar meses de conflito entre o grupo militante e Israel, levantando preocupações sobre sua eficácia. Os dois países assinaram o acordo em Washington na sexta-feira, 26, sem o Hezbollah. O acordo vincula a retirada de Israel do Líbano ao desarmamento do grupo militante apoiado pelo Irã, algo que o Hezbollah rejeita. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.