Possível taxação da passagem por Ormuz alimenta temores de um efeito dominó em gargalos do comércio global, do Estreito de Malaca a Gibraltar. Há uma crescente preocupação de que a cobrança de pedágios de fato no Estreito de Ormuz possa desencadear um efeito dominó em outros gargalos estratégicos do transporte marítimo mundial, elevando a inflação global e enfraquecendo princípios fundamentais do direito marítimo internacional. À medida que o Irã insiste em algum tipo de taxa para a travessia do agora famoso estreito, e os Estados Unidos parecem cada vez menos capazes de impedir a medida, cresce a expectativa de que outros países também passem a exigir cobranças em pontos críticos do comércio global, como o Estreito de Malaca, na Ásia, o Estreito de Gibraltar, entre Europa e África, e rotas marítimas afetadas pela guerra da Rússia na Ucrânia. “Eu acho que a ‘liberdade dos mares’ está morta”, afirmou Michelle Brouhard, chefe de política e risco geopolítico da empresa de inteligência energética Kpler. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.