Governo Lula avalia que nova tarifa dos EUA por trabalho forçado se somará a sobretaxa
Se expectativa se confirmar, alguns setores podem ser atingidos por penalidade acumulada de 37,5%. Nas conclusões preliminares da investigação sobre práticas de trabalho forçado, com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA, o USTR (Escritório do Representante do Comércio dos EUA) propôs uma tarifa de 12,5% –em substituição a cobranças globais de 10% que irão expirar. A União Europeia e mais 59 países, incluindo o Brasil, são alvo desta medida. O Brasil, contudo, já está sujeito à aplicação de uma sobretaxa de 25%. A sanção, que entrou em vigor na última quarta (22), atinge milhares de produtos brasileiros, mas isenta itens estratégicos para a pauta exportadora, como carne bovina e café. Os documentos divulgados até o momento não esclarecem se as duas penalidades serão ou não somadas. Além disso, a decisão final sobre a aplicação das tarifas cabe ao presidente dos EUA, Donald Trump. Ainda assim, integrantes do governo brasileiro ouvidos pela Folha sob condição de anonimato esperam que as taxas sejam cumulativas. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo