Itamaraty não trata a audiência pública como canal de negociação, mas espaço para ouvir a sociedade civil e empresariado. O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, concede entrevista à Reuters no Palácio da Alvorada, em Brasília, em 6 de agosto de 2025. REUTERS/Adriano Machado Publicidade. O governo brasileiro enviou uma observadora da embaixada do Brasil em Washington para acompanhar a audiência pública promovida nesta segunda-feira e terça-feira pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) para discutir a possível imposição de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. A sessão é considerada a última etapa pública da investigação comercial aberta pelo governo americano antes da decisão definitiva, prevista para 15 de julho. Em viagem aos Estados Unidos, o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participa da audiência na terça-feira. O Itamaraty não trata a audiência pública como canal de negociação, mas espaço para ouvir a sociedade civil e empresariado. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.