Cartola enfrentou atritos com sindicatos de jogadores e com o futebol europeu. Gianni Infantino é de fato a figura que desponta no comando do futebol mundial. Foi ele quem conseguiu reconstruir a Fifa depois dos escândalos de corrupção que derrubaram seu antecessor e que, em dez anos à frente da entidade máxima do futebol, reformulou e ampliou as competições, embora não sem controvérsias. Das pausas para hidratação durante as partidas desta Copa do Mundo, criticadas por muitos como um pretexto para aumentar a receita com a publicidade exibida nesses intervalos, à polêmica decisão de retirar o cartão vermelho aplicado a um atacante dos EUA após um telefonema do próprio Trump, passando pelos preços elevados dos ingressos. Motivos não faltaram entre torcedores ao redor do mundo para contestar a gestão do presidente da Fifa. Ao mesmo tempo, a sua administração transformou uma instituição mergulhada em denúncias de corrupção e que chegou a registrar um déficit de US$ 550 milhões (cerca de R$ 3,1 bilhões) depois que patrocinadores abandonaram a entidade em meio aos escândalos. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.